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Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

Óh meu Santo criador
com a divina devoção
ah devolve essa menina Santo Antônio
que irrustiu meu coração

Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

Ó meu Santo criador
meus olhos choromingou
prometeu que ia p’ra reza Santo Antônio
fez as trouxa e arribou

Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

Ó meu Santo criador
meus olhos choromingou
prometeu que ia p’ra reza Santo Antônio
fez as trouxa e arribou

Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

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As festas antoninas animam por estes dias vários concelhos minhotos, que teimam em lhes dar continuidade, ano após

Santo António

Santo António

ano.

Vila Verde, Amares e Vila Nova de Famalicão são terras onde o Santo António ainda tem a importância de outros tempos, por isso, levam a cabo, cada um à sua maneira, programas festivos animados, recheados de espectáculos musicais, fogos-de-artifício, muito folclore e animação de rua, não faltando a sardinha assada, os vinhos do Minho e outros petiscos para divertir festeiros e turistas.

E os orçamentos, este ano, até diminuíram, fruto da crise económica que o país atravessa, mas a qualidade das festas, essa, “está garantida” – dizem as organizações.

Mas em toda esta programação festiva, há coisas que importa realçar, como por exemplo, o facto de não se esquecem as mais antigas tradições como as marchas populares e as fogueiras que tão bem caracterizam esta festa dedicada ao santo popular.

É importante que as festas inovem a cada ano em alguma das suas componentes, mas mais importante ainda, é tentar manter e preservar para a memória futura essas tradições ancestrais.
Depois do Santo António, virá o São João – que em Braga assume um papel de destaque – com um programa de festas que promete uma grande dose de diversão para miúdos e graúdos, ao sabor, é claro, das tradições sanjoaninas mais antigas.

Fonte: http://www.correiodominho.com/cronicas.php?id=2910

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Os devotos do divino
Vão abrir sua morada
Pra bandeira do menino
Ser bem-vinda, ser louvada

Deus vos salve, esse devoto
Pela esmola em vosso nome
Dando água a quem tem sede
Dando pão a quem tem fome

A bandeira acredita
Que a semente seja tanta
Que essa mesa seja farta
Que essa casa seja santa

Que o perdão seja sagrado
Que a fé seja infinita
Que o homem seja livre
Que a justiça sobreviva

Assim como os três reis magos
Que seguiram a estrela guia
A bandeira segue em frente
Atrás de melhores dias

No estandarte vai escrito
Que ele voltará de novo
E o rei será bendito
Ele nascerá do povo

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Santo António nasceu em Lisboa, provavelmente a 15 de Agosto de 1195, numa casa junto das portas da antiga cidade (Porta do Mar), que se pensa ter sido o local onde, mais tarde, se ergueu a Igreja em sua honra.

Tendo então o nome de Fernando, fez na vizinha Sé os seus primeiros estudos, tomando mais tarde, em 1210 ou 1211, o hábito de Cónego Regrante de Santo Agostinho, em São Vicente de Fora, pela mão do Prior D. Estêvão.

Ali permaneceu até 1213 ou 1214, data em que se deslocou para o austero Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, onde realizou os seus estudos superiores em Direito Canónico, Ciências, Filosofia e Teologia.

Segundo a tradição, talvez um pouco lendária, o Santo tinha uma memória fora do comum, sabendo de cor não só as Escrituras Sagradas, como também a vida dos Santos Padres.

As relíquias dos Santos Mártires de Marrocos que chegaram a Coimbra em 1220, fizeram-no trocar de Ordem Religiosa, envergando o burel de Frade Franciscano e recolher-se como Eremita nos Olivais (em Coimbra). Foi nessa altura que mudou o seu nome para António e decidiu deslocar-se a Marrocos, onde uma grave doença o reteve todo o inverno na cama. Decidiram os superiores repatriá-lo como medida de convalescença.

Quando de barco regressava a Portugal, desencadeou-se uma enorme tempestade que o arrastou para as costas da Sicília, sendo precisamente na Itália que iria revelar-se como teólogo e grande pregador.

Em 19 de Março de 1222, em Forli, falou perante religiosos Franciscanos e Dominicanos recém ordenados sacerdotes e tão fluentemente o fez que o Provincial pensou dedicá-lo imediatamente ao apostolado.

Fixou-se em Bolonha onde se dedicou ao ensino de Teologia, bem como à sua leitura. Exercendo as funções de pregador, mostrou-se contra as heresias dos Cátaros, Patarinos e Valdenses. Seguiu depois para França com o objectivo de lutar contra os Albijenses e em 1225 prega em Tolosa. Na mesma época, foi-lhe confiada a guarda do Convento de Puy-en-Velay e seria custódio da Província de Limoges, um cargo para que foi eleito pelos Frades da região. Dois anos mais tarde instalou-se em Marselha, mas brevemente seria escolhido para Provincial da Romanha.

Igreja de Santo António, Ilha de Moçambique

Assistiu à canonização de São Francisco em 1228 e deslocou-se a Ferrara, Bolonha e Florença. Durante 1229 as suas pregações dividiram-se entre Vareza, Bréscia, Milão, Verona e Mântua. Esta actividade absorvia-o de tal maneira que a ela passou a dedicar-se exclusivamente. Em 1231, e após contactos com Gregório IX, regressou a Pádua, sendo a Quaresma do ano seguinte marcada por uma série de sermões da sua autoria.

Instalou-se depois em casa do Conde de Tiso, seu amigo pessoal, onde morreu em 1231 no Oratório de Arcela.

O facto de ter sido canonizado um ano após a sua morte, mostra-nos bem qual a importância que teve como Homem, para lhe ter sido atribuída tal honra. Este acto foi realizado pelo Papa Gregório IX, que lhe chamou “Arca do Testamento”.

Considerado Doutor da Igreja e alvo de algumas biografias, todos os autores destas obras são unânimes em considerá-lo como um homem superior. Daí os diversos atributos que lhe foram conferidos: “Martelo dos hereges, defensor da fé, arca dos dois Testamentos, oficina de milagres, maravilha da Itália, honra das Espanhas, glória de Portugal, querubim eminentíssimo da religião seráfica, etc.”.

Com a sua vida, quase mítica, quase lendária, mas que foi passando de geração em geração, e com os milagres que lhe foram atribuídos em bom número, transformou-se num taumaturgo de importância especial.

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São Tomé – Faleceu esta terça-feira, em Luanda, uma das grandes figuras santomense, e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), a poetisa Alda Graça do Espírito Santo.

A poetisa santomense nasceu a 30 de Abril de 1926, na cidade de São Tomé, fez o Curso de Magistério Primário em Lisboa e foi professora durante anos na sua terra natal.

Alda do Espírito Santo integrou movimentos de emancipação relacionados com a independência das antigas colónias portuguesas e exerceu cargos governamentais nos ministérios da Educação e Cultura e da Informação.

Foi deputada e também a primeira mulher a assumir a Presidência da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe. Entre Maio de 1996 a Maio de 2000, foi presidente do Fórum das Mulheres de São Tomé e Príncipe e até esta terça-feira era presidente da União Nacional dos Escritores e Artistas de São Tomé e Príncipe (UNEAS), desde a sua fundação.

O seu estado de saúde vinha-se agravando e acabou por colocá-la numa cadeira de rodas e já não saía de casa. Na semana passada teve uma crise e com a ajuda de Angola o Governo santomense conseguiu evacuá-la num voo charter para a capital angolana, local mais perto para o tratamento de que necessitava. Amputaram-lhe uma perna e ficou a recuperar num hotel o seu estado clínico complicou-se.

O primeiro-ministro e Chefe do Governo na cidade de Santana, a dez quilómetros da capital santomense, num encontro da Organização das Mulheres de São Tomé e Príncipe (OMSTP) alusivo ao dia 8 de Março, Rafael Branco pediu a todas as mulheres para rezarem por Alda do Espírito Santo.

É vastíssima a produção literária da poetisa, distribuída por livros, antologias, revistas e jornais santomenses e estrangeiros, como mensagem, em cadernos de poesia como o «Negra de Expressão Portuguesa». Publicou o «Solo Sagrado da Terra», «Mataram o Rio da Minha Cidade» e «Mensagens do Solo Sagrado», foram motivos mais que suficientes para o Secretário-executivo da CPLP, Domingos Pereira, ter homenageado Alda Espírito Santo, pela última vez, a 17 de Setembro de 2009, no Museu Nacional.

Alda do Espirito Santo deu a última entrevista da sua vida a semana passada à jornalista da BBC inglesa, Conceição Deus Lima. O Governo de Rafael Branco decretou luto nacional de cinco dias e a colocação das bandeiras a meia haste. A urna da poetisa continua ainda em Angola.

Fonte: http://luandadigital.com/noticias.php?idnoticia=6212

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