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Posts Tagged ‘portuguesa’

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O Ministério da Ciência e da Educação e a Rádio e Televisão de Portugal (RTP)design_multimedia assinaram nesta terça-feira um protocolo de colaboração para o lançamento e consolidação do projecto “Ensina”, uma plataforma digital disponível para professores, pais e alunos. O site comportará conteúdos audiovisuais de diversas temáticas e pretende ser uma ferramenta de “consulta rápida e acessível” que irá destacar conteúdos que privilegiem a língua, a cultura e a ciência em português.

O portal vai começar por ter 800 conteúdos formativos e de carácter pedagógico distribuídos pelas diferentes temáticas, tais como Artes, Português, Ciência, História, Cidadania, Filosofia, Educação para os Media, Espaço Infantil. O site incluirá também conteúdos relacionados com a RTP [‘Conhecer a RTP’ e a ‘RTP nas escolas’].

Segundo o compromisso assinado, que vigorará por dois anos, sendo automaticamente renovado por igual período, a RTP e o Ministério terão repartidas responsabilidades na concretização e desenvolvimento do projecto.

A RTP irá promover o desenvolvimento de televisões e rádios escolares, mediante acções de formação, visitas de estudo às instalações televisivas, e ainda garantir o fornecimento de conteúdos de apoio ao estudo. Do lado do Ministério, este também terá algumas responsabilidades, tais como divulgar junto das escolas as iniciativas relacionadas com a Educação, podendo começar desde já essa tarefa, divulgando o próprio projecto “Ensina”.

A cerimónia da assinatura do protocolo realizou esta terça-feira no Pavilhão do Conhecimento, e contou com a presença de responsáveis governamentais e da RTP – o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, o secretário de Estado adjunto do Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Pedro Lomba, o director geral da Educação, Fernando Reis, o presidente do conselho de administração da RTP, Alberto da Ponte, e alunos da Escola Secundária Eça de Queirós, de Lisboa.

Tanto os alunos como os professores presentes na cerimónia destacaram a utilidade da plataforma digital no estudo e as potencialidades que esta oferece ao confrontar os alunos com reportagens, documentários históricos e arquivos únicos disponibilizados pela televisão.

Fonte: http://www.publico.pt/politica/noticia/rtp-e-ministerio-da-educacao-unemse-para-lancar-portal-ensina-1619678

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Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa)

17 de Outubro de 2013

Acompanhe a conferência em directo:

http://livestre.am/14WFo

cplp

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Um moleiro

E um carvoeiro

Travaram-se de razões;

Era um da cor da neve;

Outro da cor dos carvões.

Cada qual deles teimava

Que o outro mais sujo estava;

Tinham ambos a mão leve,

Choveram os bofetões.

E qual foi o resultado?

Um ao outro se sujou.

Pois ficou

O carvoeiro

mau grado seu empoado

Empoado;

E o moleiro

igualmente enfarruscado.

Um ao outro se sujou.

Pois ficou

O carvoeiro

mau grado seu empoado

Empoado;

E o moleiro

igualmente enfarruscado.

Assim fazem as comadres,

quando ralham e os compadres

Se a política os separa;

Cada qual sem se limpar,

Consegue o outro sujar;

Nem é isso coisa rara.

E qual foi o resultado?

Um ao outro se sujou.

Pois ficou

O carvoeiro

mau grado seu empoado

Empoado;

E o moleiro

igualmente enfarruscado.

Um ao outro se sujou.

Pois ficou

O carvoeiro

mau grado seu empoado

Empoado;

E o moleiro

igualmente enfarruscado.

E qual foi o resultado?

Um ao outro se sujou.

Pois ficou

O carvoeiro

mau grado seu empoado

Empoado;

E o moleiro

igualmente enfarruscado.

Um ao outro se sujou.

Pois ficou

O carvoeiro

mau grado seu empoado

Empoado;

E o moleiro

igualmente enfarruscado.

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Moçambique, as suas gentes e os seus encantos, a simpatia de um povo que sabe bem receber, terra índica,Mocambique_mapa cheia de vida e de belezas escondidas, intocadas na sua natureza feita de praias sem fim, da Baía do Tungué passando pelas paradisíacas ilhas de Cabo Delgado à Ilha de Moçambique, com a sua cultura milenar e património da humanidade, das surpresas da Reserva Natural do Arquipélago de Bazaruto à dádiva de Inhambane, ponto de passagem obrigatória das baleias em migração, da praia do Xai-Xai, (abrindo-nos o apetite com umas deliciosas ostras), à Ponta de Ouro, um dos destinos favoritos dos amantes por mergulho.

Moçambique é também um dos novos santuários do mundo, investindo na recuperação da vida selvagem, com a sua variedade de reservas naturais e uma aposta forte no turismo cinegético de qualidade, onde se desenvolve uma consciência ambiental cada vez maior.

Nas cidades, que nos parecem tão familiares com a sua arquitectura que cruza a história e culturas tão diversas, sente-se o pulsar da vida quotidiana, desde o burburinho dos seus bazares ao exotismo do artesanato aos museus, bares e restaurantes.

Mas como não podemos contar tudo, preparamos este guia onde poderá encontrar as pistas para usufruir a cultura, as pessoas, a gastronomia e a beleza de um país à sua espera para ser descoberto e acarinhado.

Fonte: http://www.turismomocambique.co.mz/index.aspx?menuid=1&lang=P

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Algumas das últimas notícias são bem elucidativas da fragilidade presente da occidental praia lusitana. Não é, de

Portugal

Portugal

todo, de estranhar, que este artigo, vá reafirmar a necessidade de se encontrar um novo destino para este território. Portugal é um pais privilegiado por vários motivos que são comummente aflorados aqui e ali, com mais ou menos pompa e circunstância. E, talvez, o país esteja farto de tanta porfíria, de tanta submissão, de tanto descaminho, de tantas variantes que não levam a lugar nenhum. Portugal não é terra de nenhures! Is

so é um facto facilmente comprovável. Urge, sobretudo, acabar com a ignorância latente da nossa nação. É preciso, seguramente, valorizar o espaço territorial, o povo e a sua cultura. Ora, essa defesa, passa nos dias de hoje, pela defesa intransigente e firme do legado secular partilhado e das relações que a conservam e enformam e que, indubitavelmente, se encontram, evidentemente, no espaço atlântico; entre Portugal e os restantes países da CPLP. Temo que, no essencial, Portugal não tenha os instrumentos suficientes, neste momento, para concretizar todos os esforços que o levariam a aproximar-se dos restantes da sua comunidade de língua portuguesa. Hoje, a posição política de Portugal, nomeadamente nas relações externas, confunde-se, infelizmente, por diversos motivos, com a da superficial União Europeia. Certo é que, e não valerá a pena tapar o sol com a peneira, Portugal enquanto estiver atado a esses compromissos não poderá afirmar-se nem defender plenamente as suas características endémicas, históricas e económicas. Qual poderá ser a solução? Se quiserdes, comentai e deixai legado para quem vos quiser ler. Abraço!

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Os conflitos territoriais em torno da criação de zonas económicas exclusivas nos oceanos estão a ser

Olivença

Olivença e Vila Real (Juromenha)

dirimidos pela ONU. Portugal pretende alargar a sua zona de jurisdição no mar que rodeia as ilhas Selvagens, com a legitimidade dada pela assinatura da Convenção de Montego Bay, em 1994, documento das Nações Unidas que a Espanha também ratificou e no qual se definem os conceitos de direito internacional que regulam as pretensões territoriais marítimas de cada país.

O trabalho diplomático para alargar a zona marítima portuguesa tem sido uma prioridade nacional, há já muitos anos, com intervenções não só dos vários governos mas também com acções directas dos sucessivos presidentes da República: Mário Soares, Jorge Sampaio e, agora, Cavaco Silva. No entender de Portugal, o alargamento da Zona Marítima Exclusiva respeita integralmente a convenção, ao contrário da argumentação da Espanha, quando contesta o objectivo português.

Curiosamente, esta disputa sobre as ilhas Selvagens (cujo território a Espanha não reivindica, estando apenas contra a existência de uma zona económica marítima superior a uma distância de 12 milhas da costa) acontece quando o Governo de Rajoy está empenhado em voltar a levantar à Grã-Bretanha o problema da soberania do rochedo de Gibraltar, quando há pouco tempo a Espanha disputou a ilhota Perejil com Marrocos e quando a velha questão de Olivença com Portugal está bem adormecida.

Sobre Olivença, recorde-se, o Governo espanhol assinou a 7 de maio de 1817 a Ata do Congresso de Viena, que, no fim das guerras napoleónicas, determinava a devolução desse território ao nosso país, o que nunca veio a acontecer. Esperemos, se a interpretação jurídica portuguesa estiver correta e, em 2015, a nova Zona Económica Exclusiva pretendida vier a ser validada pelas Nações Unidas, que a Convenção de Montego Bay e a decisão da ONU não mereçam qualquer contestação do Governo espanhol. …

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=3397689&page=2

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