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Posts Tagged ‘Portugal’

Mar Português

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

in Mensagem, Fernando Pessoa

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Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa)

17 de Outubro de 2013

Acompanhe a conferência em directo:

http://livestre.am/14WFo

cplp

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O Oceano Atlântico cobre sensivelmente 106,460,000 km2. Ocupa 20% da superfície do planeta Terra.

Cada um destes países da CPLP tem as seguintes Zonas Económicas Exclusivas (ZEE) no Oceano Atlântico:

Angola: 501.260 km2

Brasil: 4.489.919km2

Cabo Verde: 734.265 Km2

Guiné-Bissau: 70.000 Km2

Portugal: 3.660.955 km2

São Tomé e Príncipe: 160,000 km2

Soma da área das ZEE, dos países da CPLP, no Atlântico Oceano: 9.616.399 km2

Se algum número não estiver correcto, favor comentar!

 

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Algumas das últimas notícias são bem elucidativas da fragilidade presente da occidental praia lusitana. Não é, de

Portugal

Portugal

todo, de estranhar, que este artigo, vá reafirmar a necessidade de se encontrar um novo destino para este território. Portugal é um pais privilegiado por vários motivos que são comummente aflorados aqui e ali, com mais ou menos pompa e circunstância. E, talvez, o país esteja farto de tanta porfíria, de tanta submissão, de tanto descaminho, de tantas variantes que não levam a lugar nenhum. Portugal não é terra de nenhures! Is

so é um facto facilmente comprovável. Urge, sobretudo, acabar com a ignorância latente da nossa nação. É preciso, seguramente, valorizar o espaço territorial, o povo e a sua cultura. Ora, essa defesa, passa nos dias de hoje, pela defesa intransigente e firme do legado secular partilhado e das relações que a conservam e enformam e que, indubitavelmente, se encontram, evidentemente, no espaço atlântico; entre Portugal e os restantes países da CPLP. Temo que, no essencial, Portugal não tenha os instrumentos suficientes, neste momento, para concretizar todos os esforços que o levariam a aproximar-se dos restantes da sua comunidade de língua portuguesa. Hoje, a posição política de Portugal, nomeadamente nas relações externas, confunde-se, infelizmente, por diversos motivos, com a da superficial União Europeia. Certo é que, e não valerá a pena tapar o sol com a peneira, Portugal enquanto estiver atado a esses compromissos não poderá afirmar-se nem defender plenamente as suas características endémicas, históricas e económicas. Qual poderá ser a solução? Se quiserdes, comentai e deixai legado para quem vos quiser ler. Abraço!

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Os conflitos territoriais em torno da criação de zonas económicas exclusivas nos oceanos estão a ser

Olivença

Olivença e Vila Real (Juromenha)

dirimidos pela ONU. Portugal pretende alargar a sua zona de jurisdição no mar que rodeia as ilhas Selvagens, com a legitimidade dada pela assinatura da Convenção de Montego Bay, em 1994, documento das Nações Unidas que a Espanha também ratificou e no qual se definem os conceitos de direito internacional que regulam as pretensões territoriais marítimas de cada país.

O trabalho diplomático para alargar a zona marítima portuguesa tem sido uma prioridade nacional, há já muitos anos, com intervenções não só dos vários governos mas também com acções directas dos sucessivos presidentes da República: Mário Soares, Jorge Sampaio e, agora, Cavaco Silva. No entender de Portugal, o alargamento da Zona Marítima Exclusiva respeita integralmente a convenção, ao contrário da argumentação da Espanha, quando contesta o objectivo português.

Curiosamente, esta disputa sobre as ilhas Selvagens (cujo território a Espanha não reivindica, estando apenas contra a existência de uma zona económica marítima superior a uma distância de 12 milhas da costa) acontece quando o Governo de Rajoy está empenhado em voltar a levantar à Grã-Bretanha o problema da soberania do rochedo de Gibraltar, quando há pouco tempo a Espanha disputou a ilhota Perejil com Marrocos e quando a velha questão de Olivença com Portugal está bem adormecida.

Sobre Olivença, recorde-se, o Governo espanhol assinou a 7 de maio de 1817 a Ata do Congresso de Viena, que, no fim das guerras napoleónicas, determinava a devolução desse território ao nosso país, o que nunca veio a acontecer. Esperemos, se a interpretação jurídica portuguesa estiver correta e, em 2015, a nova Zona Económica Exclusiva pretendida vier a ser validada pelas Nações Unidas, que a Convenção de Montego Bay e a decisão da ONU não mereçam qualquer contestação do Governo espanhol. …

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=3397689&page=2

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“Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.”

Fernando Pessoa, in Livro do Desassossego

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Eu fui à terra do bravo
Bravo meu bem
Para ver se embravecia
Cada vez fiquei mais manso
Bravo meu bem
Para a tua companhia

Eu fui à terra do bravo
Bravo meu bem
Com o meu vestido vermelho
O que eu vi de lá mais bravo
Bravo meu bem
Foi um mansinho coelho

As ondas do mar são brancas
Bravo meu bem
E no meio amarelas
Coitadinho de quem nasce
Bravo meu bem
P’ra morrer no meio delas

Eu fui à terra do bravo
Bravo meu bem
Para ver se embravecia
Quiz bem a quem me quer mal
Bravo meu bem
Quiz bem a quem me não queria

Música Popular Açoriana

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