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Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

Óh meu Santo criador
com a divina devoção
ah devolve essa menina Santo Antônio
que irrustiu meu coração

Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

Ó meu Santo criador
meus olhos choromingou
prometeu que ia p’ra reza Santo Antônio
fez as trouxa e arribou

Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

Ó meu Santo criador
meus olhos choromingou
prometeu que ia p’ra reza Santo Antônio
fez as trouxa e arribou

Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

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O presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, congratulou-se hoje com a atribuição do prémio Nobel da Paz a “três guerreiras da paz”, que considera serem “fonte de inspiração para qualquer democrata e defensor dos Direitos Humanos”.

A presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, a primeira e até ao momento única mulher a ser eleita para a chefia de um Estado em África, a sua compatriota Leymah Gbowee e a iemenita Tawakkul Karman foram hoje distinguidas com o Prémio Nobel da Paz 2011, pelo seu papel na luta pacífica em defesa da segurança e dos direitos das mulheres na participação total no trabalho de construção da paz.

Jorge Carlos Fonseca classificou como “feliz” a escolha das três “mulheres pacifistas”.

Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/10/07/nobelpaz-presidente-de-cabo-verde-exulta-tres-guerreiras-da-paz

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O Presidente da República, Cavaco Silva, convidou o seu futuro homólogo cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, para realizar uma visita oficial a Portugal.

O convite ao novo chefe de Estado foi «prontamente aceite» por Jorge Carlos Fonseca.

De resto, Cavaco Silva contactou telefonicamente sexta-feira o Presidente-eleito de Cabo Verde, a quem testemunhou felicitações pela sua vitória eleitoral.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=529322

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Jorge Carlos Fonseca foi eleito para a presidência de Cabo Verde apoiado pelo principal partido da oposição, mas garante cooperação com o governo

Jorge Carlos Fonseca diz que tem muitos amigos em Portugal, nos diversos quadrantes políticos, no mundo académico e empresarial. “Estudei em Portugal, fui professor na Faculdade de Direito de Lisboa durante muitos anos e na universidade em Macau. Tenho muitos amigos na área social-democrata e na área socialista, e portanto sempre que possível potenciarei esses conhecimentos e amizades em prol do desenvolvimento de Cabo Verde”. Ao i, por telefone, dá a sua primeira grande entrevista depois da vitória na segunda volta das presidenciais cabo-verdianas de domingo, onde derrotou Manuel Inocêncio Sousa, do PAICV, o partido que vai na terceira maioria absoluta no parlamento.

Durante a campanha chegaram a dizer que se fosse eleito ia fazer oposição ao governo desde a presidência.

Isso são acusações de campanha. Toda a gente sabe que as relações entre o governo e o presidente da República estão traçadas e balizadas pela Constituição e, num sistema como o de Cabo Verde, desde que o governo tenha um suporte maioritário no parlamento, as hipóteses de demissão do governo ou de dissolução do parlamento são praticamente inexistentes. Isto quer dizer que a estabilidade do governo depende mais de uma maioria parlamentar que do presidente da República. Agora naturalmente que a estabilidade governativa não quer dizer que o presidente não tenha voz própria e, se for necessário, deve exercitar os poderes que a Constituição lhe confere.

Mas a verdade é que a sua candidatura foi apoiada pelo Movimento para a Democracia (MpD), o maior partido da oposição. Ou seja, a sua visão é diferente da do governo de José Maria Neves, do PAICV. Não poderá isso criar conflitos institucionais?

Apresentei a minha candidatura irreversível em Novembro de 2010, muito antes das legislativas – portanto, não sabia quem ia ganhar as eleições – e muito antes de ter o apoio político formal do MpD. Depois, não sou membro de nenhum partido desde 1998 e o meu percurso político sempre foi marcado pela independência de pensamento e pela autonomia. Isso mesmo foi sublinhado pelo presidente do MpD várias vezes junto dos seus militantes. Além disso, tive o apoio do Grupo Independente para a Mudança do Sal (GIMS) – que lidera a Câmara Municipal do Sal -, do presidente da União Cabo-Verdiana Independente e Democrática (UCID), e ainda de várias personalidades independentes. E a minha candidatura é geneticamente independente e de cidadania.

Manuel Faustino, o seu mandatário nacional, diz que irá exercer como presidente uma magistratura de influência. Quais são as virtudes e as limitações dessa magistratura?

Respeitando as competências do governo e cooperando lealmente com ele, serei um presidente atento aos problemas do país – que tem grandes problemas e desafios por vencer, como o desemprego, o crescimento acelerado da economia, a contenção da insegurança a níveis suportáveis comunitariamente, a credibilização da justiça, o aprofundamento do poder local democrático, o debate sobre a regionalização. Se o presidente é eleito directamente pelos cidadãos – e tem uma legitimidade democrática directa -, deve estar atento aos problemas e tentar ajudar a resolvê-los. Em cooperação com o governo, mas sempre em diálogo com a sociedade cabo-verdiana. Quero com isso dizer que serei um presidente com voz própria, que intervirá na medida do necessário para dar uma contribuição positiva e construtiva para a resolução dos grandes problemas nacionais. Mas serei sobretudo um lutador intransigente pela afirmação da democracia pluralista, do Estado de direito moderno e um grande defensor da Constituição.

Acha que a democracia cabo-verdiana está preparada para a coexistência de um presidente e de um governo de partidos diferentes?

Seguramente. Se o povo cabo-verdiano elegeu pela primeira vez um presidente que não é apoiado pelo partido do governo, se antes disso havia estudos de opinião – e até os resultados da primeira volta mostravam isso – que diziam que uma boa maioria preferia um presidente de cor diferente do governo, isso mostra uma enorme maturidade democrática dos cabo-verdianos, que, perante a terceira maioria absoluta seguida do partido do governo, pensou ser bom ter na presidência um factor de equilíbrio no sistema de poderes.

Quando se lançou nesta candidatura pensava chegar à vitória?

É a segunda vez que me candidato e desta vez, naturalmente, procurei reunir todas as condições políticas para ter sucesso. Por isso é que uma das primeiras fases da candidatura foi, além de reunir os apoios na sociedade civil, procurar o apoio político de um dos grandes partidos políticos nacionais, no caso, o MpD, o que tornava as coisas mais credíveis em termos de hipóteses de vitória. Evidentemente, com a dinâmica da candidatura, sobretudo quando vi antes da primeira volta a onda de apoio a crescer – com o apoio do MpD, com o apoio do GIMS, com o apoio da Internacional Democrata do Centro (IDC), com o apoio de personalidades ligadas ao PAICV -, percebi que tinha um arco de apoiantes vasto e diversificado. E quando, na primeira volta, fiquei em primeiro lugar, com 37,3% dos votos, senti que tinha todas as condições para ganhar.

Qual foi a grande diferença em relação às campanhas de 2001 e de 2011?

Em 2001, eu não tinha o apoio de nenhum dos partidos de Cabo Verde. Em segundo lugar, disputava as eleições com as duas figuras de referência histórica do país: Pedro Pires pelo PAICV e Carlos Veiga pelo MpD. Vínhamos de um contexto de duas maiorias qualificadas do MpD. O contexto político era completamente diferente em 2001, em que as hipóteses de ganhar eram diminutas.

O facto de o PAICV se ter apresentado dividido nestas eleições – com as candidaturas de Manuel Inocêncio Sousa (que perdeu na segunda volta) e de Aristides Lima – também ajudou à sua vitória?

Muitos comentadores políticos fazem essa leitura. Mas também se pode fazer uma leitura diferente. Eu tive 60 e poucos mil votos na primeira volta e agora creio que estou perto dos 98 mil; os meus votos na segunda volta ultrapassam os votos somados dos dois candidatos do PAICV na primeira, querendo isto dizer que ganharia as eleições na segunda volta, mesmo que – por hipótese académica – todos os votos de Aristides Lima tivessem sido transferidos para o meu adversário na segunda volta. Creio que conquistei muitos votos da abstenção, já que o entusiasmo e a dinâmica da candidatura foram muito fortes, sobretudo depois de ter ganho a primeira volta por uma margem de 9 mil votos. Mas posso dizer-lhe uma coisa: preferia ter ido a votos apenas com um candidato do PAICV.

Falou nos limites constitucionais que não permitem ao presidente, em condições normais, demitir um governo com maioria. Em que condições pensaria nessa possibilidade?

A Constituição permite que o presidente dissolva o parlamento em casos de grave crise institucional, que ponha em causa o funcionamento normal das instituições democráticas, mas isso são situações excepcionais. Nenhum presidente que tenha o mínimo de ponderação e experiência vai dissolver um parlamento se o governo tem maioria. Portanto as pessoas podem ficar tranquilas: se o partido do governo tem uma maioria absoluta, governa tranquilamente.

Quando um governo não consegue garantir os serviços básicos à população – como a água e a electricidade -, não será caso para pensar na demissão do governo?

Já disse claramente que o meu estilo de actuação como presidente da República não será ausente. Darei sempre a minha opinião, a sociedade ouvir-me-á sempre que necessário. Falarei com o governo para encontrar soluções para resolver esses problemas, já que não é normal que a capital do país viva na situação em que vive neste momento, com cortes quase permanentes de energia e água. Aí o presidente não pode ficar de braços cruzados. Mas uma coisa é interagir, pelo diálogo, pela opinião, por influência política e moral, outra coisa é desencadear mecanismos que a Constituição prevê que só sejam usados em situações bem determinadas.

Já escolheu os nomes que o vão acompanhar na presidência?

Não, não. Estou ainda na fase de pós-vitória, com as comemorações populares. Vou pensando nisso. Ainda não está marcada a data da tomada de posse, vou aguardar a data para ir acertando algumas coisas.

Quando se calcula que venha a tomar posse?

Espero que entre a data das eleições e da posse haja pelo menos um mês. Eu tinha uma vida profissional, sou professor universitário; como presidente de uma instituição universitária, tenho de arrumar as coisas. Também tenho um escritório de advogados. A seguir tenho de arranjar um grupo de colaboradores e para que a tomada de posse tenha o mínimo de dignidade é preciso tempo.

Já convidou o Presidente Cavaco Silva para estar presente na cerimónia?

Recebi dele uma mensagem de felicitações; também recebi do primeiro-ministro Passos Coelho e de vários políticos portugueses, do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e, naturalmente, gostaria de ter aqui a presença na tomada de posse das mais altas individualidades da política portuguesa.

Vai aproveitar a sua experiência como ministro dos Negócios Estrangeiros e os seus poderes como presidente para ter uma política externa paralela à do governo?

Não. O presidente tem algumas competências na área das relações internacionais, já que é o mais alto representante da nação e do Estado. Procurarei concertar com o primeiro-ministro as áreas privilegiadas de intervenção do presidente no plano externo. Por exemplo, na representação do Estado nas relações que temos com a América, com a Europa, com África, talvez possa haver um acordo para uma espécie de divisão de relações privilegiadas nessa área. Posso, em cooperação com o governo, ter ideias que ajudem o país a desenvolver uma política externa mais eficaz, mais audaz e que potencie as parcerias que tem neste momento. Uma outra visão sobre as relações com o continente africano – uma relação forte, mas também aberta, franca, em que trabalharemos para que a África do futuro seja uma África que respeite os direitos humanos, uma África de desenvolvimento, uma África democrática e uma África onde predominem os estados de direito.

Quais seriam as áreas que gostaria de chamar para si?

Ainda é cedo. Não tomei posse ainda, não falei com o primeiro-ministro. Bom, uma possibilidade é o presidente representar Cabo Verde nas relações com os países de língua portuguesa. Mas isso são questões que serão acertadas com o chefe do governo, numa relação cordial.

Qual é a sua perspectiva em relação à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP)?

É uma instituição muito importante para os nossos países. Creio que muito tem sido feito nos últimos anos, mas estou em crer que ainda há muito por fazer. A minha ideia pode ser utópica, mas é trabalhar com os chefes de Estado e de governo que têm o português como língua oficial para transformar cada vez mais a CPLP numa verdadeira comunidade de povos, mais do que numa comunidade de estados. Só nos poderemos sentir pertencentes a uma comunidade se, por exemplo, pudermos circular livremente por esse espaço. Claro que a livre circulação não é fácil, mas deve-se trabalhar com vontade política e imaginação para que isso venha a ser possível no futuro. Muito pode ser feito para transformar a CPLP em algo mais consistente, mais prestigiado e mais influente no plano internacional.

Fonte: http://www.ionline.pt/conteudo/144883-cabo-verde-o-novo-presidente-que-sonha-com-livre-circulacao-no-espaco-da-cplp

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Timor-Leste continua a exigir que o gás natural do campo Sunrise seja processado no país, disse o vice-primeiro-ministro timorense, José Luís Guterres, após um encontro em Díli com o novo presidente da petrolífera australiana Woodside.
“Nós queremos que o “pipeline” do Sunrise venha a Timor-Leste, uma vez que o próprio tratado com a Austrália refere a distribuição justa dos recursos e que esses recursos beneficiem o povo de Timor-Leste e da Austrália”, afirmou em declarações aos jornalistas no final do encontro.
Para José Luís Guterres, “não se justifica que a Austrália já tenha beneficiado de um “pipeline” para o desenvolvimento do gás em Darwin e que Timor-Leste não tenha nenhum”.

O presidente de Timor-Leste, Ramos Horta, desejou ontem, ao novo Chefe de Estado de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, eleito na segunda volta das presidenciais realizadas domingo, um “grande e bom exercício da sua Presidência”.
“Desejamos ao senhor presidente Fonseca um grande e bom exercício da sua Presidência. Felicitamos o povo de Cabo Verde por mais este êxito processo democrático que continua a colocar Cabo Verde entre as primeiras grandes democracias do mundo”, afirmou Ramos Horta. Ramos Horta falava momentos antes de viajar para a Coreia do Sul onde vai participar numa conferência como orador.

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Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

[refrão]

Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

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Ivan Lins está de volta a Portugal. Pianista, compositor e cantor, Lins é um dos artistas brasileiros com maior projecção internacional e apresenta-se no Theatro Circo para um concerto que conta com o pianista Miguel Braga como convidado.
Com mais de 30 anos de carreira, Ivan Lins regista sucessos que marcaram gerações. “Madalena”, “Começar de novo”, “Cidade Maravilhosa”, “Acariocando” ou “Lembra de Mim” são apenas alguns exemplos.
Em Braga, com o vencedor do Grammy para “Melhor Álbum de MPB” vão estar ainda em palco os prestigiados músicos André Sarbib e Carlos Carli.
Ficha artística:
Ivan Lins: Piano e voz | Miguel Braga: teclados | André Sarbib: teclados | Carlos Carli: bateria
M12

9 de Julho às 21:30

Fonte: http://www.theatrocirco.com/agenda/evento.php?id=733

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