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Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

Óh meu Santo criador
com a divina devoção
ah devolve essa menina Santo Antônio
que irrustiu meu coração

Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

Ó meu Santo criador
meus olhos choromingou
prometeu que ia p’ra reza Santo Antônio
fez as trouxa e arribou

Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

Ó meu Santo criador
meus olhos choromingou
prometeu que ia p’ra reza Santo Antônio
fez as trouxa e arribou

Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós
Glorioso Santo Antônio rogai por nós

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Quando olhei a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornalha
Nem um pé de plantação
Por falta d’água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Por falta d’água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Até mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Então eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe, muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão

Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão

Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração

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Os ministros da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, iniciam hoje uma visita de trabalho ao Brasil, e participam nas celebrações do centenário da Câmara de Comércio Portuguesa do Rio de Janeiro.

Miguel Relvas reúne-se hoje com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e com o prefeito, Eduardo Paes.

Já o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, participa no 6.º Encontro de Negócios Brasil-Portugal, um evento que se realiza a cada 2 anos.

No encontro, uma iniciativa do Conselho das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, participam empresários do universo lusófono, além de líderes políticos dos estados-membros da CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, governadores, prefeitos, diplomatas e representantes de câmaras de comércio portuguesas de outros países da América, Europa, África e Ásia.

No final do dia, os dois ministros representarão Portugal no lançamento do livro alusivo aos 100 anos da Câmara de Comércio e Indústria do Rio, no Palácio São Clemente, residência oficial do cônsul português, em Botafogo, na zona sul da cidade.

Os secretários de Estado da Solidariedade e Segurança Social, Marco António Costa, e do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Oliveira, acompanham os dois ministros nesta deslocação ao Brasil, que se prolonga até dia 19.

A Câmara de Comércio do Rio foi criada em 16 de setembro de 1911 por comerciantes portugueses para proteger os seus produtos de falsificações.

Atualmente, a instituição atua em diversas frentes para reforçar as relações comerciais luso-brasileiras.

Fonte: http://www.ionline.pt/conteudo/149854-brasil-miguel-relvas-e-alvaro-santos-pereira-iniciam-hoje-visita-trabalho

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São poucos os países que fabricam microprocessadores, como os chips de computadores ou telefones celulares, em escala comercial. A produção concentra-se na Ásia. O Brasil tentou por diversas vezes criar uma indústria nacional. Nenhuma iniciativa, pública ou privada, prosperou. O país importa, anualmente, 5 bilhões de dólares em chips. Tais componentes são um dos maiores responsáveis pelo déficit comercial de 27 bilhões de dólares no setor de eletrônicos. Na tentativa de superar o atraso, o governo decidiu, em 2008, criar a Ceitec, estatal que funciona na região metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Mas essa fábrica utiliza uma tecnologia defasada e opera em ritmo experimental.

Na semana passada, firmou-se um negócio do qual poderá surgir a primeira grande fábrica brasileira de chips. Uma sociedade entre a STI, do grupo Semp Toshiba, e a japonesa Toshiba deu origem à STI Semiconductor Design. Inicialmente, essa nova empresa vai se dedicar apenas ao desenvolvimento do projeto (ou desenho) de chips. No Brasil, será feita a parte “arquitetônica”. A “construção” efetiva dos componentes se dará principalmente na Ásia. Ainda assim, como a propriedade intelectual representa até metade do custo final de um chip, o país poderá economizar dólares na balança comercial. A empreitada contará com a parceria do Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, de Campinas. É nesse instituto que funcionará a nova empresa – e nele também foram selecionados os primeiros vinte engenheiros que passaram por um período de treinamento numa fábrica da Toshiba, no Japão. A companhia é a terceira maior produtora de chips do mundo, atrás apenas da americana lntel e da sul-coreana Samsung. No Brasil, a Toshiba mantém uma joint venture, há mais de três décadas, com a brasileira Semp. Afirma Afonso Hennel, presidente da Semp Toshiba: “Esse investimento é um primeiro passo para, quem sabe, termos uma fábrica completa no Brasil”. Os primeiros modelos deverão ser produzidos para rastrear veículos e gado, por exemplo. Essa etapa inicial consumirá 4 milhões de dólares. Fazer uma fábrica custa até 1000 vezes mais, além de demandar um time de ao menos 200 engenheiros qualificados – mão de obra de que o Brasil não dispõe atualmente. Para o país ter uma fábrica, precisará vencer essa barreira, além de demonstrar que seu mercado consumidor tem dimensão suficiente para justificar um investimento desse porte.

Fonte: Veja

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Porto, 15 jun – O embaixador do Brasil em Portugal disse hoje, no Porto, que o melhor conselho que pode dar aos empresários portuguesesé que aproveitem o mercado brasileiro e as oportunidades que oferece“.

Mário Vilalva falava à Agência Lusa a bordo de uma embarcação para cruzeiros no rio Douro, onde almoçou com cerca de 60 empresários dos dois países, com quem abordou relações comerciais bilaterais.

“O mercado brasileiro dá escala às empresas portuguesa que são boas, competitivas e que precisam de continuar a crescer”, reforçou o diplomata.

Mário Vilalva afirma que “o Brasil está aberto aos países amigos e sobretudo a Portugal“, tendo recordado aos empresários com os quais se avistou hoje que o presidente Lula alargou ao nosso país “um programa que promove as importações” inicialmente criado apenas para os países da América do Sul.

O embaixador informou que Portugal e o Brasil vão “começar agora um estudo com vista a “aprofundar o conhecimento das verdadeiras oportunidades existentes em ambos os mercados e revelar os nichos de mercado ou setores” para investir.

“Mas não devemos nunca ficar unicamente pela procura de nichos no comércio bilateral, devemos sobretudo olhar com mais atenção a parte de investimentos, porque é esta parte que gera muita riqueza e muito emprego”, considerou

A balança comercial entre os dois países pesa a favor do Brasil, mas há um setor em que Portugal exibe um saldo positivo, o dos serviços.”Exportamos mais de 800 milhões de euros nesta área” concreta, disse à Lusa o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB).

António Bustorff, que também esteve presente no almoço com o embaixador, frisou que “Portugal exportou “mais de 600 milhões de euros de mercadorias” para o Brasil, que neste setor é claramente superavitário, em boa parte devido à petroquímica.

O responsável disse que o incremento dos laços comerciais bilaterais pode passar pelo relançamento do projeto de realizar em Lisboa uma “feira europeia de produtos brasileiros” com caráter “bienal”

A ideia surgiu, sensivelmente, em meados da década anterior, perdeu entretanto fulgor e pode agora regressar, de acordo com António Bustorff.

O presidente da CCILB disse que “a ideia era ir para a nova FIL”, em Lisboa, e “ocupar os quatro pavilhões” c com agroindústria, aeronáutica e outros setores em que o Brasil dá hoje cartas a nível mundial.

O empresário Mário Ferreira, da Douro Azul, maior operador de turismo no rio Douro, planeia exportar este conceito para o Amazonas, “no percurso entre Manaus e Quitos”.

“São dois mil quilómetros”, salientou.

O investimento ascende a “35 milhões de euros” e a empresa portuguesa planeia começar com “um barco-hotel”, maior do que aqueles que sulcam o Douro.

Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/06/16/embaixador-do-brasil-em-portugal-aconselha-empresarios-portugueses-aproveitem-o-mercado-brasileiro

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SÃO PAULO (Reuters) – Portugal manifestou nesta sexta-feira a intenção de comprar seis cargueiros KC-390, avião

KC-390

 militar em desenvolvimento pela brasileira Embraer. Assim, o total de vendas encaminhadas da aeronave já chega a 52 unidades, com valor potencial da ordem de US$ 4 bilhões. A previsão é que o primeiro voo do cargueiro da Embraer ocorra em 2014, com entrada em serviço no final de 2015.

Os ministros da Defesa do Brasil e de Portugal, Nelson Jobim e Augusto Santos Silva, assinaram nesta sexta declaração de intenções relativa à participação dos portugueses no desenvolvimento do KC-390, que será usado para transporte militar.

“O acordo marca o início das negociações para a entrada de empresas portuguesas no projeto e na fabricação do novo avião, bem como para a futura aquisição de seis aeronaves para equipar a Força Aérea Portuguesa”, informou a Embraer em comunicado à imprensa.

De acordo com o presidente-executivo da Embraer, Frederico Curado, os estudos preliminares para o KC-390 foram concluídos e “estamos avançando na definição da configuração final da aeronave e dos principais fornecedores”.

Antes de Portugal, o Chile e a Colômbia assinaram acordos com a Embraer para futura aquisição de seis e 12 unidades do KC-390, respectivamente. Além disso, a Força Aérea Brasileira (FAB) pretende comprar 28 aeronaves para renovação da frota.

A Embraer não divulgou o preço do KC-390, mas já informou querer um terço do mercado global de cargueiros estimado em 700 unidades em 15 anos, o que significaria receita de US$ 18 bilhões para a fabricante brasileira.

Com base nesses números, é possível chegar a um valor médio por cargueiro perto de US$ 80 milhões. Assim, o valor potencial das vendas das 52 unidades seria de pouco mais de US$ 4 bilhões.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/09/10/portugal-deve-comprar-seis-cargueiros-kc-390-da-embraer-917600692.asp

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