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Archive for the ‘Música’ Category

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A riqueza da nossa língua, da sua expressão musical e visual, dos diversos povos de língua portuguesa, levam-me a acreditar ser necessário a criação de um festival próprio que possa ser uma referência internacional e que possa merecer ser transmitido em horário nobre… Para quando esse desiderato?CPLP

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Diversão

A vida até parece uma festa
Em certas horas isso é o que nos resta
Não se esquece o preço que ela cobra
(é meu irmão se a gente não quer!?)
Em certas horas isso é o que nos sobra.

Ficar frágil feito uma criança
Só por medo ou por insegurança
Ficar bem ou mal acompanhado
Não importa se der tudo errado

Às vezes qualquer um
Faz qualquer coisa
Por sexo, drogas e diversão
Tudo isso (tudo isso)
Às vezes só aumenta
A angústia e a insatisfação

Às vezes qualquer um enche a cabeça de álcool
Atrás de distração, mas eu digo:
Nada disso (nada disso)
Às vezes diminui a dor e a solidão

Tudo isso, ás vezes tudo é fútil
Ficar fébrio atrás de diversão
Nada disso, às vezes nada importa
Ficar sóbrio não é solução

Tudo isso, ás vezes tudo é fútil
Ficar fébrio atrás de diversão
Nada disso, às vezes nada importa
Ficar sóbrio não é solução

Diversão; solução sim
Diversão; solução prá mim
Diversão; solução sim
Diversão; solução prá mim
Diversão; solução sim
Diversão; solução prá mim
Diversão

A vida até parece uma festa
Em certas horas isso é o que nos resta
Não se esquece o preço que ela cobra
As vezes é muito caro…
Em certas horas isso é o que nos sobra

Ficar frágil feito uma criança
Só por medo ou por insegurança
Ficar bem ou mal acompanhado
Não importa se der tudo errado

Às vezes qualquer um
Faz qualquer coisa
Por sexo, drogas e um pouco de diversão
Tudo isso (tudo isso)
Às vezes só aumenta meu irmão
A angústia e a insatisfação

Às vezes qualquer um enche a cabeça de álcool
Atrás de distração, mas eu digo:
Nada disso (nada disso)
Às vezes diminui a dor e a solidão

Dados Viciados

Jogo tudo de uma vez
Jogo tudo de uma vez
sem saber quem vai ficar
Penso em tudo outra vez
sem saber onde vai dar
Mas sinto que vou ganhar
Com tudo isto a jogar
Sem deitar tudo a perder
Como é que tu vais fazer?
Penso que não sou eu
Penso que não sou eu
Penso que não sou eu
Não sou eu

Senti-me quase a perder
Aquilo que tinha p’ra ganhar
Mas eu não queria ver
O que estava a acontecer
Fui-me deixando estar
Sem nada querer fazer
Custa-me a acreditar
Que desta vez não vou vencer

Penso que não sou eu
Penso que não sou eu
Penso que não sou eu
Não sou eu

Tudo em ti deixa de ser
Tudo em ti deixa de existir
Continuas a insistir
A jogar com os Dados Viciados

Polícia

Dizem que ela existe
Prá ajudar!
Dizem que ela existe
Prá proteger!
Eu sei que ela pode
Te parar!
Eu sei que ela pode
Te prender!

Polícia!
Para quem precisa
Polícia!
Para quem precisa
De polícia

Dizem prá você
Obedecer!
Dizem prá você
Responder!
Dizem prá você
Cooperar!
Dizem prá você
Respeitar!

Polícia!
Para quem precisa
Polícia!
Para quem precisa
De polícia

À Minha Maneira

A qualquer dia,
A qualquer hora,
Vou estoirar, pra sempre.

Mas entretanto,
enquanto tu duras,
Tu poes-me tão quente.

Já sei que hei-de arder na tua fogueira,
mas será sempre, sempre à minha maneira.

E as forças que me empurram
E os murros que me esmurram
Só é para lutar,
À minha maneira
À minha maneira

Por essa estrada,
Por esse caminho
A noite, de sempre

De queda em queda,
Passo a passo,
Vou andando, prá frente

Já sei que hei-de arder na tua fogueira
Mas será sempre, sempre à minha maneira

E as forças que me empurram
E os murros que me esmurram
Só me farão lutar
À minha maneira
À minha maneira

À minha maneira
À minha maneira!

Não Sou o único

Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ver os sonhos partirem
À espera que algo aconteça
A despejar a minha raiva
A viver as emoções
A desejar o que não tive
Agarrado ás tentações
E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ouvir os conselhos dos outros
E sempre a cair nos buracos
A desejar o que não tive
Agarrado ao que não tenho
Não, não sou o único
Não sou o único a olhar o céu E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará

Bichos Escrotos

Bichos!
Saiam dos lixos
Baratas!
Me deixem ver suas patas
Ratos!
Entrem nos sapatos
Do cidadão civilizado

Pulgas!
Que habitam minhas rugas
Onçinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos Escrotos
Saiam dos esgotos
Bichos Escrotos
Venham enfeitar
Meu lar!
Meu jantar!
Meu nobre paladar!

Bichos!
Saiam dos lixos
Baratas!
Me deixem ver suas patas
Ratos!
Entrem nos sapatos
Do cidadão civilizado

Pulgas!
Que habitam minhas rugas
Onçinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos!
Baratas!
Ratos!
Cidadão civilizado
Pulgas!
Onçinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos Escrotos
Saiam dos esgotos
Bichos Escrotos
Venham enfeitar
Meu lar!
Meu jantar!
Meu nobre paladar

Porrada

Nota dez para as meninas
Da torcida adversária
Parabéns aos acadêmicos
Da associação
Saudações para os formandos
Da cadeira de direito
A todas as senhoras
Muita consideração

Porrada!
Nos caras
Que não fazem nada

Medalhinhas
Para o presidente
Condecorações
Aos veteranos
Bonificações
Para os bancários
Congratulações
Para os banqueiros

Porrada!
Nos caras
Que não fazem nada

Distribuição de panfletos
Reivindicação dos direitos
Associação de pais e mestres
Proliferação da espécie

Porrada!
Porrada! Porrada!
Porrada!
Nos caras
Que não fazem nada

Nota Dez!
Nota dez para as meninas
Da torcida adversária
Parabéns aos acadêmicos
Da associação
Saudações para os formandos
Da cadeira de direito
A todas as senhoras
Muita consideração

Porrada! Porrada!
Nos caras
Que não fazem nada

Medalinhas
Para o presidente
Condecorações
Aos veteranos
Bonificações
Para os bancários
Congratulações
Para os banqueiros

Porrada! Porrada!
Nos caras
Que não fazem nada

Distribuição de panfletos
Reivindicação dos direitos
Associação de pais e mestres
Proliferação da espécie

Porrada!
Porrada! Porrada!
Porrada!
Nos caras
Que não fazem nada

Vossa Excelência

Estão nas mangas
Dos Senhores Ministros
Nas capas
Dos Senhores Magistrados
Nas golas
Dos Senhores Deputados
Nos fundilhos
Dos Senhores Vereadores
Nas perucas
Dos Senhores Senadores

Senhores! Senhores! Senhores!
Minha Senhora!
Senhores! Senhores!
Filha da Puta! Bandido!
Corrupto! Ladrão! Senhores!
Filha da Puta! Bandido!
Senhores! Corrupto! Ladrão!

Sorrindo para a câmera
Sem saber que estamos vendo
Chorando que dá pena
Quando sabem que estão em cena
Sorrindo para as câmeras
Sem saber que são filmados
Um dia o sol ainda vai nascer
Quadrado!

Estão nas mangas
Dos Senhores Ministros
Nas capas
Dos Senhores Magistrados
Nas golas
Dos Senhores Deputados
Nos fundilhos
Dos Senhores Vereadores
Nas perucas
Dos Senhores Senadores

Senhores! Senhores! Senhores!
Minha Senhora!
Bandido! Corrupto
Senhores! Senhores!
Filha da Puta! Bandido!
Corrupto! Ladrão! Senhores!
Filha da Puta! Bandido!
Corrupto! Ladrão!

-“Isso não prova nada
Sob pressão da opinião pública
É que não haveremos
De tomar nenhuma decisão
Vamos esperar que tudo caia
No esquecimento
Aí então!
Faça-se a justiça!”

Sorrindo para a câmera
Sem saber que estamos vendo
Chorando que dá pena
Quando sabem que estão em cena
Sorrindo para as câmeras
Sem saber que são filmados
Um dia o sol ainda vai nascer
Quadrado!

-“Estamos preparando
Vossas acomodações
Excelência!”

Filha da Puta!
Bandido! Senhores!
Corrupto! Ladrão!
Filha da Puta!
Bandido! Corrupto! Ladrão!
Filha da Puta!
Bandido! Corrupto! Ladrão!
Filha da Puta!
Bandido! Corrupto! Ladrão!

Para Ti Maria

De Bragança a Lisboa
São 9 Horas de distância
Q’ria ter um avião
P’ra lá ir mais amiúde
Dei cabo da tolerância
Rebentei com três radares
Só para te ter mais perto
Só para tu te dares

E saio Agora!
E vou correndo!
E vou-me embora!
E vou correndo!
Já não demora!
E vou correndo p’ra ti…Maria!!

Outra vez vim de Lisboa
Num comboio azarado
Nem máquina tinha ainda
E já estava atrasado
Dei comigo agarrado
Ao porteiro mais pequeno
E tu de certeza à espera
Rebolando-te no feno

E saio agora!
E vou correndo!
E vou-me embora!
E vou correndo!
Já não demora!
E vou correndo p’ra ti…Maria!!

Seja de noite ou de dia
Trago sempre na lembrança
A cor da tua alegria
O cheiro da tua trança
De Bragança a Lisboa
São 9 Horas de distância
Q’ria ter um avião
P’ra lá ir mais amiúde

E saio Agora!
E vou correndo!
E vou-me embora!
E vou correndo!
E vou-me embora!
E vou correndo p’ra ti…Maria!

Alta Rotação

Tem de ser
Tem de ser

Dizem-me pra me lixar

Só tem de ser
Sempre a abrir
Para encontrar
Para descobrir

A droga
Nova
Do final
Do dia
Alta rotação

Chafurdar
Esgravatar
Todo o dia a trabalhar

Só tem que ser
Sempre a abrir
Para encontrar
Para descobrir

A droga
Nova
Do final
Do dia
Alta rotação

Cabeça Dinossauro

Cabeça dinossauro
Cabeça dinossauro
Cabeça cabeça
Cabeça dinossauro
Pança de mamute
Pança de mamute
Pança pança
Pança de mamute
Espírito de porco
Espírito de porco
Espírito de porco

Eu nasci há dez mil anos atrás

Eu nasci há dez mil anos atrás
e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais

Aluga-se

A solução pro nosso povo
Eu vou dá
Negócio bom assim
Ninguém nunca viu
Tá tudo pronto aqui
É só vim pegar
A solução é alugar o Brasil!

Nós não vamo paga nada
Lalalalá!
Nós não vamo paga nada
É tudo free!
Tá na hora agora é free
Vamo embora
Dá lugar pros gringo entrar
Que esse imóvel tá prá alugar
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!

Os estrangeiros
Eu sei que eles vão gostar
Tem o Atlântico
Tem vista pro mar
A Amazônia
É o jardim do quintal
E o dólar deles
Paga o nosso mingau

Nós não vamo paga nada
Lalalalá!
Nós não vamo paga nada
É tudo free!
Tá na hora agora é free
Vamo embora
Dá lugar pros gringo entrar
Que esse imóvel tá prá alugar
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!

A solução pro nosso povo
Eu vou dá
Negócio bom assim
Ninguém nunca viu
Tá tudo pronto aqui
É só vim pegar
A solução é alugar o Brasil!

Nós não vamo paga nada
Lalalalá!
Nós não vamo paga nada
É tudo free!
Tá na hora agora é free
Vamo embora
Dá lugar pros gringo entrar
Que esse imóvel tá prá alugar
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!

Os estrangeiros
Eu sei que eles vão gostar
Tem o Atlântico
Tem vista pro mar
A Amazônia
É o jardim do quintal
E o dólar deles
Paga o nosso mingau

Nós não vamo paga nada
Lalalalá!
Nós não vamo paga nada
É tudo free!
Tá na hora agora é free
Vamo embora
Dá lugar pros gringo entrar
Que esse imóvel tá prá alugar
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!

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Saber o que fazer,
Com isto a acontecer,
Num caso como o meu.
Ter o meu amor,
Para dar e pra vender,
Mas sei que vou ficar,
Por ter o que eu não tenho,
Eu sei que vou ficar.
É de pedir aos céus,
A mim, a ti e a Deus,
Que eu quero ser feliz,
É de pedir aos céus.
Porque este amor é meu,
E cedo, vou saber
Que triste é viver,
Que sina, ai, que amor,
Já nem vou mais chorar,
Gritar, ligar, voltar,
A máquina parou,
Deixou de tocar.
Sentir e não mentir,
Amar e querer ficar,
Que pena é ver-te assim,
Já sem saberes de ti.
Rasguei o teu perdão,
Quis ser o que já fui,
Eu não vou mais fugir,
A viagem começou,
Porque este amor é meu
E cedo vou saber,
Que triste é viver,
Que sina, ai, que amor.
Já nem vou mais chorar,
Gritar, ligar, voltar,
A máquina parou.
Deixou de tocar,
É de pedir aos céus,
A mim, a ti e a Deus,
Que eu quero é ser feliz,
É de pedir aos céus.
Porque este amor é teu,
E eu já só vou amar,
Que bom não acabou,
A máquina acordou.

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Quem qu’re sabê
Si sangue de Beirona é sim’ sabe
El ba panha ‘l
La na fundo di Ladera
Sangue de Beirona
Sangue de Beirona
El é sabe
El é doce
Si bô c’octha’l
La na fundo di Ladera
Bo ta culpa’
E quem faze’be ess coladera

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Ondas sagradas do Tejo
Deixa-me beijar as tuas águas
Deixa-me dar-te um beijo
Um beijo de mágoa
Um beijo de saudade
Para levar ao mar e o mar à minha terra

Nha terra ê quêl piquinino
È Cabo Verde, quêl quê di meu
Terra que na mar parcê um minino
È fidjo d’oceano
È fidjo di céu
Terra di nha mãe
Terra di nha cretcheu

Nas tuas ondas cristalinas
Deixa-me dar-te um beijo
Na tua boca de menina

Deixa-me dar-te um beijo, óh Tejo
Um beijo de mágoa
Um beijo de saudade
Para levar ao mar e o mar à minha terra

Na bôs onda cristalina
Na tua boca de menina
Um beijo de mágoa
Pá bô levá mar, pá mar leval’nha terra
Pá bô levá mar, pá mar leval’nha terra

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