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Dormidas de brasileiros nos estabelecimentos hoteleiros portugueses subiram 32,5% em julho, suplantando o

crescimento da procura dos turistas britânicos e espanhóis.

Lisboa – O Brasil continua a ser um dos principais emissores de turistas para Portugal e no mês de julho foi mesmo o mercado emissor que mais cresceu, registando um aumento de 32,5% do número de dormidas face a julho do ano passado, de acordo com os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

“Do total de dormidas de não residentes, cerca de 75% tiveram origem nos oito principais mercados emissores, que continuam a revelar um desempenho fortemente positivo, com crescimentos liderados pelos mercados brasileiro (+32,5%), britânico (+20,8%) e espanhol (+18,1%)”, revelou o INE.

Em julho o número de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros portugueses cresceu 10% em termos homólogos, para 5,05 milhões, sendo que as dormidas de turistas portugueses subiram apenas 1,9%, enquanto as de estrangeiros aumentaram 14,7%. No mês em análise os proveitos totais da hotelaria portuguesa subiram 11,1%, para 240,8 milhões de euros.

Já no total acumulado desde o início do ano o turismo em Portugal soma 22,1 milhões de dormidas, com um aumento de 8,9%, e as receitas totais ascendem a 1.040 milhões de euros, mais 7,5% que nos primeiros sete meses do ano passado.

Segundo o INE, os hotéis e os hotéis-apartamentos apresentaram os maiores aumentos no número de dormidas relativamente ao período homólogo e para estes resultados contribuíram todas as categorias, com destaque para as unidades de cinco e quatro estrelas, que decorrem igualmente do aumento da oferta.

A distribuição regional do total de dormidas, em comparação com o mês homólogo, revela acréscimos em todas as regiões, com destaque para a Madeira (+19,5%) e o Alentejo (+12,3%). O Algarve cresceu 9,5%, enquanto Lisboa e o Centro se fixaram com taxas de crescimento de aproximadamente 8%.

“Para o bom resultado registado na Madeira”, diz o INE, “contribuíram particularmente os mercados britânico e alemão que, em conjunto, representam cerca de 50% das dormidas de não residentes e cresceram 20,8%, em comparação com o período homólogo de 2010″. Já no Algarve, o principal mercado emissor (o britânico), representa cerca de 40% das dormidas de não residentes na região) e cresceu 19,4%, tendo sido superado apenas pelo crescimento do espanhol (+31,1%, correspondendo a 11,5% do total).

Fonte: http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=12397673&canal=157

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O gasto dos brasileiros com viagens internacionais atingiu valor recorde de US$ 10,2 bilhões

Bandeiras do Brasil nas lojas de Braga... Para acolher os turistas brasileiros... Nossos compatriotas!

no primeiro semestre, segundo dados do Banco Central. Isso representa um aumento de 44% em relação ao mesmo período de 2010.

Essa elevação se deu apesar do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nos gastos com cartão no exterior, que subiu de 2,38% para 6,38% no final de abril. O objetivo do governo era reduzir o endividamento dos brasileiros.

Dados do BC mostram que os brasileiros continuam gastando lá fora. Apenas trocaram o cartão de crédito por outras formas de pagamento (cartão pré-pago e dinheiro em espécie, por exemplo), nas quais o imposto é de 0,38%.

As despesas dos estrangeiros que visitam o Brasil cresceram menos, de US$ 2,9 bilhões para US$ 3,4 bilhões.

A diferença entre os gastos de brasileiros e estrangeiros é um dos fatores que contribui para o aumento do deficit do Brasil nas suas transações correntes.

O BC projeta uma diferença de US$ 15 bilhões neste ano. Isso representa 25% do resultado negativo do país nas suas transações com o exterior.

INVESTIMENTO

O investimento estrangeiro direto em empresas brasileiras cresceu quase 170% no primeiro semestre e chegou a US$ 32,5 bilhões, segundo o BC.

O valor foi mais que suficiente para cobrir o deficit do Brasil nas suas transações com o exterior, que passou de US$ 23,8 bilhões, no primeiro semestre de 2010, para US$ 25,5 bilhões no mesmo período de 2011.

Os investimentos em ações no país caíram praticamente pela metade na mesma comparação, para US$ 3,5 bilhões, enquanto as aplicações de estrangeiros em títulos de renda fixa recuaram de US$ 9,3 bilhões para apenas US$ 133 milhões.

Em junho, o deficit nas transações recuou em relação ao mês anterior, para US$ 3,3 bilhões. O investimento direto subiu para US$ 5,5 bilhões.

DÓLAR

Especialistas do mercado financeiro antecipam que a taxa de R$ 1,50 deve se tornar o próximo “piso psicológico” para o dólar, depois que a cotação da moeda americana passou a oscilar abaixo de R$ 1,55, o seu preço mínimo mais duradouro dos últimos anos.

Ontem, a taxa de câmbio doméstica recuou para R$ 1,543 (uma queda de 0,6%), após cinco dias consecutivos de perdas. Trata-se de um preço não visto desde janeiro de 1999, quando ocorreu a mudança do regime cambial do país (de “fixo” para “flutuante”).

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=11661

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Algumas vezes em nossas vidas quebramos paradigmas, fazemos coisas brilhantes das quais nos orgulhamos para sempre. Algumas vezes superamos problemas que parecem intransponíveis. E só nos damos conta da vitória alcançada depois de muito tempo, quando olhamos para trás e vemos o caminho repleto de competência e sucesso.

Bem assim são os Estados, os países, as culturas: todas essas coisas carregam uma humanidade intrínseca.

No caminho da Lusofonia houve um fato marcante, um evento que mudaria a história da língua para sempre, algo que a tornaria universal, invejada, disputada, cativante, gigante, homogênea, materna, simples, vigorosa: o descobrimento pelo fidalgo português Pedro Álvares Cabral de uma “Ilha” de Vera Cruz, uma terra de Santa Cruz, de um continente chamado Brasil.

Parabéns ao Brasil pelo seu aniversário de 510 anos. Que sua juventude mude o mundo. AA

Bandeiras do Brasil, desde 1500 até hoje

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